|
As técnicas osteopáticas na verdade não são nem ósseas, nem musculares, nem ligamentares, nem tendinosas, nem fascias, nem cutâneas. Qualquer uma diz respeito de facto a Elementos Tenso-Moduladores (E.T.M) situados entre a pele e as estruturas mais profundas. Estes E.T.M desprogramam-se « colando-se » a pele. O seu descolamento leva, ao mesmo tempo, a sua reprogramação e ao desaparecimento instantâneo da lesão osteopática (L.O.) Exemplo: uma jovem paciente apresenta um torcicolo hiper álgico. A análise muito fina da pele permite de identificar os pontos de cola, este E.T.M. desprogramados. A pele nesses pontos está retraída, granulosa, fixa, aderente ao E.T.M. sub-jacente. Uma estimulação muito fina da pele permite um descolamento instantâneo. Ao mesmo tempo, o raquis cervical torna-se indolor e reencontra a sua mobilidade. Tudo acontece como se o bloqueio, a « gripagem » da articulação não se situa-se ao nível da articulação em si própria, nem mesmo ao nível dos músculos, mas resultasse de um < Estas constatações que encontramos de certa forma em relação ao sinal de Lasègue dizem respeito na verdade a todas as articulações, todas as lesões osteopáticas, qualquer que sejam o seu local, a sua intensidade, a sua antiguidade. O tratamento osteopático consiste portanto num descolamento da pele ao nível do E.T.M. Este descolamento pode fazer-se :
|
Ajouter ce site à vos favoris | Informations légales Traduction : Luís Miguel Santos | Webmaster : Loic VINET| Copyright (c) 2006-2008 Tous droits réservés. Reproduction interdite sans autorisation.
|