A osteopatia está indicada a quê? 

A osteopatia não está indicada as congestões osteoarticulres e viscerais de origem: 

Traumática: fracturas, rupturas.

Infecciosas: bacterianas, virais, micósicas e parasitárias.

Metabólicas: gota articular, arteriosclerose, processos trombóticos.

Tumorais : tumores benignos e malignos.

Imuno-alérgicas: Poliartrite crónica evolutiva, espondiloartrite anquilosante, doenças de sistemas, alergias…

    Lanço aqui um alarme, não tanto pela falta de conhecimento de não-médicos, mas também de médicos que praticam a osteopatia (basta forma-los), mas sobretudo perante a mediatização e a difusão de imagens erróneas em relação a osteopatia. O fenómeno de moda apoderou-se da osteopatia. Osteopatas não-médicos tocados pelos resultados extraordinários que puderam obter em numerosos domínios começaram a delirar, a fazer e a escrever tudo e mais alguma coisa. O sistema mediático ávido de sensacionalismo fez o eco.

Isto tudo faz com que não haja um dia sem que me consultem para curar uma alopécia, uma asma, uma diabete, um eczema, uma criança hiperactiva, uma obesidade, uma arteriosclerose! 

Para que um método seja eficaz ele tem de ser repetitivo. Isto é fundamental.

Dito isto, não sou contra o facto de um cirurgião-dentista, uma parteira ou um fisioterapeuta exerça esta arte. Tal e qual, eu apoio o espírito de desenvolvimento e de iniciativa, más é necessário que isto tudo esteja regulamentado.

 

A osteopatia se dirige-se a quê?

Como é que uma congestão visceral ou osteoarticular que duram há mais de 20 anos podem curar com um tratamento osteopático?

Qual deve ser o procedimento a ter?

 

 

 

 

 

 

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