Qual deve ser o procedimento a ter? 

O praticante de osteopatia deve realizar um diagnóstico:

Ele deve assegurar-se que a etiologia é bem mecânica e eliminar por consequência, uma fractura osteoporótica, traumática, infecciosa ou tumoral, uma causa “vascular” (enfarte ósseo), uma causa infecciosa, metabólica, imunoalérgica, tumoral, uma causa intercorrente (flebite, arterite, cólica hepática ou nefrítica, enfarte…). 

 

Se ele estimar que a origem é mecânica e se a sintomatologia persistir para além das 3 sessões, ele deve repor em causa o seu diagnóstico. 

Inversamente, um paciente portador de metástases ósseas pode ao mesmo tempo apresentar lesões osteopáticas e beneficiar de um tratamento osteopático. Ele será portanto por vezes consideravelmente melhorado (este tratamento não será certamente manipulativo). Um tratamento clássico das lesões metastátisicas será associado. 

É o papel do praticante de fazer este discernimento.

A osteopatia se dirige-se a quê?

Como é que uma congestão visceral ou osteoarticular que duram há mais de 20 anos podem curar com um tratamento osteopático?

A osteopatia não se dirige-se a quê?

 

 

 

 

 

 

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